CEPE
A acção movida por um conceito
Na gestão empresarial lidar com o risco é parte intrínseca da actividade do gestor: transformando-o numa oportunidade sempre que dele possa derivar vantagem, controlando e minimizando-o quando dele resultem perdas ou danos de qualquer natureza.
Lidar com a natureza aleatória dos riscos é matéria de especialidade, seja pela amplitude das questões, seja pelas diversidade e heterogeneidade das possíveis soluções de mitigação e/ou transferência.
Sendo pouco viável para a maioria das empresas desenvolver recursos próprios para a “Gestão de Riscos”, sobretudo no que respeita a riscos seguráveis, o outsourcing deste tipo de serviços é a solução adequada.
O “CEPE” é a resposta da JOÃO MATA para servir esta necessidade, disponibilizando assim para o segmento “corporate” da sua Clientela uma gama de serviços costumizáveis e adaptáveis às particularidades de cada caso.
Estes serviços materializam a acção. O nosso conceito, fio condutor das acções, é a procura sistemática das soluções que optimizam o custo do risco.
Vale a pena conhecer os principais Tipos de Acção que desenvolvemos:
Consultoria em “Gestão de Riscos Seguráveis”
Os consultores de Gestão de Riscos Seguráveis podem ser contratados para projectos concretos definidos com os Clientes, ou simplesmente disponibilizar a sua assessoria de forma continuada para acompanhar o tratamento dos riscos seguráveis da Empresa Cliente, tendo sempre em vista a “optimização do custo dos riscos”.
1 :
E porquê este modelo de intervenção?
Porque a experiência mostra que uma visão exterior e independente sobre as soluções sistematizadas nas Empresas terá uma acuidade impossível de atingir por processos internos.
Porque a prestação de serviços deste tipo cria a obrigação da apresentação de resultados.
Porque o método de trabalho seguido suscita a intervenção e participação directa das estruturas do Cliente, seja na revisão das rotinas e processos, seja na análise crítica do “reporting”.
Porque permite aos superiores responsáveis hierárquicos acompanhar com facilidade a evolução dos trabalhos, garantindo-lhes a oportunidade de intervir sempre que entendam oportuno.
2 :
Quais são as etapas de realização mais usuais?
Análise detalhada dos Programas de Seguros que estejam em vigor;
Verificação geral das exposições de risco a controlar (inventariação, verificação das análises de risco, análise das frequências de sinistros, reconhecimento dos sinistros mais relevantes dos últimos anos …);
Avaliação do nível de satisfação das necessidades reconhecido pelos principais responsáveis da Empresa;
Análise dos processos de gestão no tratamento dos riscos seguráveis;
Comparação das soluções de transferência em uso com as possíveis alternativas de mercado;
Avaliação das decisões de retenção/transferência (franquias e sub-limites de indemnização) na optimização do custo do risco;
Inventariação dos percursos possíveis para o objectivo geral da redução dos custos de transferência dos riscos;
Propostas para um Programa de Acção visando uma melhoria geral da performance e maximização da relação custo-benefício.
3 :
Como se desenvolve a documentação e o "reporting" deste tipo de intervenção?
De cada acção e intervenção realizada pelos Consultores é elaborado um registo em Acta de formato standard (em suporte informático);
Quaisquer documentos ou elementos de suporte utilizados em cada acção serão apensos à respectiva Acta (em formato digital original ou documento digitalizado em pdf);
Os documentos de trabalho elaborados pelos Consultores no decurso das actividades terão a forma de Notas Técnicas, estas também documentos digitais de formato normalizado;
Quaisquer suportes de comunicação de expediente utilizados ao longo do processo serão igualmente organizados em arquivo digital;
O Relatório a apresentar no final de cada projecto fará recurso de toda a informação sistematizada, descrevendo e sintetizando os tópicos adequados;
O Programa de Acção decorrente do Relatório constará como o principal Anexo àquele; igualmente em Anexo seguirá o repositório de toda a documentação sistematizada, a fim de poder suportar qualquer utilização subsequente que seja pertinente.
As respostas a estas questões permitem enquadrar o tipo de intervenção. No entanto, a regra principal da prestação de serviços de CONSULTORIA em “Gestão de Riscos Seguráveis” é a modelação casuística em face dos objectivos do Cliente.
Neste sentido, importa salientar uma importante actividade complementar: ASSESSORIA À REGULARIZAÇÃO DE GRANDES SINISTROS.
- Mesmo quando não estejamos envolvidos como Corretores, em caso de sinistros de envergadura ou particular gravidade disponibilizamos serviços de Consultoria para poder assessorar o processo de regularização. É um tipo de actividade em que reunimos já bastante experiência com assinalável sucesso.
Sob esta designação entende-se um grupo vasto de actividades, relacionadas com modalidades de tratamento segurador especializadas, sendo as mais usuais designadas por:
CONTRACTOR ALL RISKS (CAR)
Todos os Riscos de Construção (seguro de obra)
ERECTION ALL RISKS (EAR)
Todos os Riscos de Montagens
ADVANCED LOSS OF PROFITS/DELAY IN START UP (ALOP/DSU)
Perdas de Exploração Antecipadas
MACHINERY BREAKDOWN (MB)
Máquinas Casco, Quebra e Avaria de Máquinas, Equipamento Electrónico
COMPREHENSIVE PROJECT INSURANCE (CP)
Seguro Global para Projectos
PROFESSIONAL INDEMNITY
Responsabilidade Civil Profissional (Arquitectos, Engenheiros, etc)
As actividades do CEPE neste sector repartem-se por um leque variado de situações, como Corretores de Seguros ou como Consultores, que se podem agrupar da seguinte forma:
Assistência regular a Empresas cuja actividade principal é a Construção e Engenharia Civil
Tratamento casuístico de Projectos de Engenharia Civil e Obras Públicas
Assistência regular a Empresas de Projectistas, Fiscalização e/ou Gestão de Projectos
Tratamento casuístico de Projectos em “Project Finance”
Assessoria directa nos Programas de Concessões como “Insurance Advisor”, por parte de qualquer dos intervenientes
Assistência regular às Empresas ou tratamento casuístico de Responsabilidade Ambiental
Nos casos em que assistimos Clientes de forma regular, a nossa acção estende-se a toda a latitude de tratamento de riscos seguráveis (todos os ramos) e não apenas aos segmentos especializados acima referidos.
Programas Especiais de Transferência de Riscos
Qualquer área de transferência de risco para a qual seja requerido e seja viável um tratamento segurador particularizável, pode constituir o que designamos por Programa Especial. O CEPE/JM desenvolve importantes acções deste tipo há mais de oito anos, com assinalável sucesso para as entidades intervenientes (Segurados e Seguradoras).
Cada PE necessita suficiente massa crítica (dimensão do universo a abranger) e relativa complexidade técnica para justificar a criação de uma linha de tratamento ou produto segurador autónomo, modelado à medida e mais vantajoso que as possíveis respostas que o mercado standard poderia oferecer.
Cada Programa Especial é um “Caso”, posto que são sempre soluções desenhadas à medida. Ainda assim, podem definir-se os casos mais frequentes pelos seguintes tipos:
Modelação de Contractors All Risks com condições pré-garantidas para Donos de Obra Institucionais
Modelação de coberturas de RC Profissional com condições pré-garantidas para cada projecto específico, no eixo das adjudicações de Donos de Obra Institucionais
Modelação de Coberturas generalizadas de Responsabilidade Civil Profissional para Associações ou Órgãos de Classe